17/06/2021 11h26

Buscas pelo termo “oração” no Google cresceram 50% em 2020, diz pesquisa

Segundo a Pew Research, 24% dos adultos norte-americanos afirmaram que a sua fé se fortaleceu durante o primeiro ano da pandemia

PUBLICIDADE
Assistência Familiar Alto Vale
Plataforma de buscas registrou aumento pelo termo “oração” (Foto: Reprodução / Canva)

Plataforma de buscas registrou aumento pelo termo “oração” (Foto: Reprodução / Canva)

PUBLICIDADE
Delta Ativa

RECEBA NOTÍCIAS NO SEU WHATSAPP

CLIQUE AQUI

 

Em tempos de crise, as pessoas tendem a recorrer à fé em busca de conforto e explicações para os problemas. Esse fato foi demonstrado por uma pesquisa da Pew Research ao publicar o resultado das buscas online por “oração” realizadas em 90 países durante o ano de 2020.

 

A procura pelo termo bateu recorde e, segundo pesquisadores, a pandemia de Covid-19, que se tornou aguda em 2020, foi o principal motivo, elevando o nível para o mais alto já registrado.

 

Usando dados diários em pesquisas do Google para esses países, foi possível apontar que houve aumentou na plataforma de buscas por “oração” em relação a todas as pesquisas na plataforma em anos anteriores.

 

De acordo com a Pew, mais da metade da população mundial orou para acabar com o coronavírus.

 

O aumento equivale a 50% do nível anterior de buscas por “oração” em contraste com um quarto da queda nas buscas por “voos” no Google, que caíram drasticamente devido ao fechamento da maioria dos transportes aéreos internacionais.

 

Segundo o instituto Pew Research, 24% dos adultos norte-americanos afirmaram que a sua fé se fortaleceu durante 2020.

 

A pesquisa aponta ainda que as buscas por oração aumentaram em todos os níveis de renda, desigualdade e insegurança, mas não para os 10% menos religiosos dos países.

 

O aumento não é apenas um substituto para os cultos nas igrejas físicas que fecharam para limitar a propagação do vírus.

 

Em vez disso, o aumento se deve a uma demanda intensificada por religião: Oramos para enfrentar a adversidade.


FONTE: GUIAME / COM INFORMAÇÕES DO PAPERS E PEW RESEARCH

SIGA AS REDES SOCIAIS DA RÁDIO EDUCADORA: INSTAGRAMFACEBOOKYOUTUBE E SOUNDCLOUD.
PUBLICIDADE