05/12/2019 11h11 - Atualizado em 05/12/2019 10h15

Rio do Campo será Polo de ações de Práticas Integrativas no Alto Vale

O polo tem papel fundamental para o programa

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Assessoria de Imprensa

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Reuniram-se gestores da área de saúde de todo Alto Vale para a apresentação do Observatório Catarinense das Práticas Integrativas e Complementares em Saúde. O município de Rio do Campo será um dos polos do Observatório e vai ser o difusor das ações em torno do tema.

 

O Observatório Catarinense das Práticas Integrativas e Complementares em Saúde tem por objetivo estabelecer um marco na compreensão do campo das PICS no Estado e não somente no papel de expositor, mas de contribuinte para a consolidação das PICS, como um eixo importante para o desenvolvimento da saúde pública e a redução da medicamentalização. O Observatório é apoiado pela Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) e Universidade Federal Fronteira Sul (UFFS).

 

O polo tem papel fundamental para o programa. São nele centradas as ações de organização e logística para que as ações de formação, e espaços de discussão sejam profícuos.

 

Ocupar esta posição, requer dos gestores e profissionais a compreensão da extensão do programa, de seus objetivos e desafios, requer compromissos. Como contribuir efetivamente para o envolvimento dos atores institucionais e da sociedade civil organizada da macrorregional de saúde onde o polo está inserido. O público-alvo são gestores e profissionais das áreas de saúde, educação, meio ambiente, junto com atores sociais que fazem a discussão da saúde em sua abordagem holística, como as pastorais da saúde, pesquisadores, fomentadores.

 

A função do polo é ser uma base mais próxima do observatório para os municípios da macrorregião de saúde. Contribuindo para o desenvolvimento de todas as atividades que o programa   desenvolve e desenvolverá, contribuindo para a confecção de um tecido social mais consciente de uma ecologia para a vida.

 

Vários motivos levaram a equipe do Observatório escolher Rio do Campo para sediar o Polo. O município incentiva e atua com as terapias em suas atividades de saúde pública, o que implica preocupar-se com a visão da saúde integral, sem dispensar nenhum recurso que possa contribuir para a prevenção em saúde e no bem-estar da população.

 

Rio do Campo também tem promovido ações de agroecologia, da produção orgânica, que é fundamento, para o cultivo de plantas medicinais.

 

O Coordenador UFFS do Programa, Elvis Roberto Giacomim, comenta a importância do programa para a sociedade “Existem inúmeros estudos científicos que indicam um auxílio efetivo para as questões de financiamento da saúde, com a introdução gradativa das terapias. E isso se dá, através da redução natural da medicamentos sintéticos. Há uma migração natural/espontânea dos usuários para as terapias. Evidente que as PICS integram uma racionalidade em saúde que considera e entende que a biomedicina é fundamental para os casos agudos e não tem por finalidade substituir procedimentos e protocolos, e sim atuar em procedimentos e protocolos que possam contribuir na prevenção e situações crônicas. Assim, não só para o alto vale, mas todo o Estado, o programa pretende qualificar profissionais de saúde, operadores e gestores em saúde, para que possam aplicar os saberes com segurança e apoio no cotidiano na saúde da população”, afirma.

 

Serão vários cursos nas terapias, mas também de gestão das PICS nos municípios, que envolvem desde a captação de recursos, planejamento em saúde, protocolos de atendimento, legislação e fundamentos das PICS.

 

Os cursos têm percursos didático-pedagógicos estruturados a partir da preocupação com a qualidade na formação, para que o profissional esteja realmente habilitado ao completar a formação.

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