14/10/2021 10h02 - Atualizado em 14/10/2021 10h03

Governo de SC aumenta preço médio da gasolina e do diesel; veja novos valores aprovados

Etanol e gás mantêm os mesmos valores médios. Pelo menos, por enquanto...

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Na sopa de letrinhas dos impostos, o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestações de Serviços) é um dos que mais pesa no bolso do contribuinte. Ainda mais quando o assunto é combustíveis. Essa fatia de tributos cai diretamente nos cofres públicos dos estados.

 

Em Santa Catarina, o percentual de ICMS na gasolina e no etanol é de 25% e no diesel é de 12%, entre os mais baixos do país. Já no gás de cozinha e veicular, é de 17%, entre os mais altos do Brasil.

 

Esses percentuais de ICMS até podem ser alterados, mas estão fixos desde 1988 no Estado. O que muda – todo mês – é o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final.

 

O cálculo do PMPF é determinado por uma pesquisa padronizada, que verifica os valores cobrados quando o motorista abastece o carro e estabelece uma média estadual.

 

Qualquer alteração – seja para aumentar ou diminuir – deve ser informada ao Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária), que dá aval para o reajuste.

 

Isso aconteceu nesta quarta-feira (13). Veja os novos preços.

 

PREÇO MÉDIO AO CONSUMIDOR FINAL

 

Em reais por litro

 

🔺Gasolina comum ou aditivada – Aumentou de R$ 5,53 para R$ 5,77

◾Gasolina premium – Continua em R$ 8,14

🔺Diesel S-500 comum ou aditivado – Aumentou de R$ 4,27 para R$ 4,55

🔺Diesel S-10 comum ou aditivado – Aumentou de R$ 4,32 para R$ 4,62

Etanol comum ou aditivado – Continua em R$ 5,01

 

Em reais por quilo

 

◾Gás de Cozinha 13kg – Continua em R$ 7,40

 

Em reais por metro cúbico

 

◾Gás Natural Veicular – Continua em R$ 4,44

 

Santa Catarina pediu ao Confaz para aumentar o preço médio da gasolina e do óleo diesel. O preço médio do gás de cozinha e do gás veicular foi mantido. Na teoria, não é um aumento.

 

Na prática, é. Afinal, 25% sobre R$ 5,77 é mais que 25% sobre R$ 5,53. Se o Estado optasse por manter a média anterior – o consumidor teria um alívio na sufocante escalada de preços.

 

O próprio governo catarinense já fez isso. Ficou três meses sem atualizar ao Confaz as crescentes médias de aumento nos valores. Agora mudou de ideia.


Por: Altair Magagnin / ND+

Foto: Diorgenes Pandini / NSC Total

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