23/06/2020 09h26

Florianópolis volta atrás nas medidas de isolamento e restringe funcionamento de setores do comércio para frear pandemia

A partir de amanhã (24), o uso de máscaras, que era obrigatório em alguns locais, passará a ser exigido em toda a cidade

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Fonte: G1 SC

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A prefeitura de Florianópolis voltou a endurecer as regras de isolamento social após aumento nos números de casos e mortes em função da Covid-19. O aumento de pessoas nas ruas, sem proteção, também pesou na decisão de fechar novamente alguns setores.

 

A partir de amanhã (24), o uso de máscaras, que era obrigatório em alguns locais, passará a ser exigido em toda a cidade. As novas medidas de isolamento na capital foram divulgadas ontem (22).

 

Com as novas regras, shoppings e galerias, academias e quadras esportivas deverão ficar fechados por pelo menos 14 dias. Nas praias, estão permitidos somente esportes aquáticos e pesca. Os restaurantes só poderão abrir das 11h às 15h, durante a semana. Nos fins de semana e período noturno, ficam autorizados apenas entrega e retirada no balcão. As áreas de lazer do município só poderão ser frequentadas durante a semana.

 

Veja as alterações nas regras de isolamento em Florianópolis:

 

regras-de-funcionamento

 

Por meio de nota, a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Florianópolis informou que recebeu “com preocupação” as novas restrições no comércio impostas pela administração municipal, que os lojistas têm se esforçado para evitar aglomerações e que parte da população é que tem sido negligente com as regras de segurança.

 

A entidade disse que entender ser necessário manter o controle da curva de transmissão do novo coronavírus, mas que considera “inaceitável” que galerias, shopping centers, bares, restaurantes, lanchonetes, padarias e supermercados sejam afetados “pela aparente negligência exibida por parte da população no último final de semana”.

 

A nota diz ainda que as pessoas precisam “ter consciência de que os sacrifícios até agora feitos pela iniciativa privada não podem ser em vão”, e que muitas empresas tiveram que fechar as portas, gerando desemprego a milhares de pessoas.

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