25/06/2020 14h58

13 regiões do Estado estão em nível grave ou gravíssimo de risco para Covid-19; veja quais são

Em um mês, o número de casos de Covid-19 e de óbitos deu um salto em Santa Catarina

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Fonte: NSC

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A graduação de risco da contaminação por Coronavírus para as regiões de Santa Catarina, divulgada semanalmente pelo Governo do Estado, “pintou” o mapa de laranja, que indica nível grave. Das 16 regiões em que foi dividido o Estado, 12 estão nesse patamar. E uma, a Foz do Itajaí-Açu, está em nível gravíssimo, o mais alto grau de risco do levantamento.

A mudança foi repentina, e confirma a aceleração da transmissão do novo coronavírus nas cidades catarinenses. No mapa da semana passada, apenas três regiões estavam em nível grave de risco – Xanxerê, Nordeste (região de Joinville) e Foz do Itajaí-Açu.

 

Esta semana, a Foz do Itajaí-Açu agravou, Xanxerê e Nordeste se mantiveram em nível grave, e se juntaram a elas as regiões do Extremo Sul, Carbonífera, Laguna, Grande Florianópolis, Médio Vale do Itajaí, Alto Vale do Itajaí, Alto Vale do Rio do Peixe, Meio Oeste, Oeste e Alto Uruguai Catarinense.

 

Ficaram em amarelo o Planalto Norte, a Serra Catarinense e o Extemo Oeste, que estão em nível alto de risco.

 

Mapa de risco para Covid-19(Foto: Governo de SC, Divulgação)

Mapa de risco para Covid-19(Foto: Governo de SC, Divulgação)

 

Em um mês, o número de casos de Covid-19 e de óbitos deu um salto em Santa Catarina. Em comparação com o dia 25 de maio, a quantidade de pacientes confirmados com coronavírus mais do que triplicou: eram 6,8 mil, e agora são 20,9 mil. Um aumento de 207%. A quantidade de óbitos mais do que dobrou. De 109, em 25 de maio, são hoje 279. O salto foi de 155%.

 

O mapa com a graduação de risco, emitido pelo Governo de Santa Catarina, acompanha uma série de recomendações às regiões, que, segundo a Secretaria de Estado da Saúde, são enviadas semanalmente às prefeituras. Quando o risco é grave – como a maior parte do Estado, a lista de recomendações inclui desestimular e usar meios para diminuir atividades que causem aglomeração, avaliar riscos e benefícios da manutenção de atividades, e adotar critérios para suspender atividades que aumentem o risco de transmissão.

 

Na classificação de risco gravíssimo, como é o caso da Foz do Itajaí-Açu, as recomendações incluem o controle de entrada e saída dos municípios, e a suspensão de atividades que tragam maior risco de contaminação por um período de 14 dias.

 

O material divulgado pelo Governo de Santa Catarina não indica quais são as atividades que causam maior risco de transmissão, e que são prioritárias para fechamento em regiões onde o nível de risco é mais alto.

 

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