22/01/2021 16h00 - Atualizado em 22/01/2021 16h01

Pintou o campeão: Chapecoense vence com gol aos 50 do 2º e reassume a liderança

Chapecoense venceu a Ponte Preta, em Chapecó, com gol de Perroti no último minuto de partida e agora só depende de si para levantar o inédito caneco da Série B

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Jogadores da Chapecoense celebram o gol que deu a vitória ao time do Oeste nesta quinta-feira, na Arena Condá (Foto: Dinho Zanotto, Folhapress)

Jogadores da Chapecoense celebram o gol que deu a vitória ao time do Oeste nesta quinta-feira, na Arena Condá (Foto: Dinho Zanotto, Folhapress)

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A Chapecoense voltou à liderança da Série B do Campeonato Brasileiro. Em um jogo com final eletrizante, o time do Oeste do Estado venceu a Ponte Preta, por 1 a 0, nesta quinta-feira, na Arena Condá. O gol foi marcado de de pênalti, aos 50 minutos do segundo tempo, com Perotti.

 

Com o resultado, a equipe de Chapecó chegou aos 70 pontos e voltou à ponta da tabela, restando duas rodadas para o fim do campeonato. Enquanto o resultado deixa a Chape mais perto do título, praticamente acaba com as esperanças de acesso da Ponte Preta. A equipe paulista segue com 51 pontos, na 8ª posição, cinco a menos que o CSA-AL, atual 4º colocado.

 

A Chapecoense volta a campo na próxima segunda-feira, dia 25. Vai até Ponta Grossa (PR) para enfrentar o Operário-PR, às 17h. A Ponte Preta, por sua vez, volta a campo no domingo, quando recebe o CRB-AL, às 18h15min, em Campinas (SP).

 

O jogo

 

A Ponte Preta começou melhor a partida, atacando a Chapecoense. Aos três minutos de jogo, chegou a ter um pênalti não marcado em cima de Dawhan aos três minutos, de acordo com a avalição de Paulo César de Oliveira, na transmissão da partida, pelo canal SporTV.

 

Pouco depois, Camilo levou perigo em cobrança de falta, aos oito. A partir daí, o jogo ficou morno. A atuação segura da Ponte Preta acabou comprometida pela expulsão de Luan Dias aos 39 minutos. Com um a mais, a Chape cresceu na reta final e acertou a trave duas vezes no mesmo lance: primeiro com Aylon e depois no rebote com Anselmo Ramon depois de um milagre de Ygor Vinhas.

 

A vantagem numérica fez com que o time da casa mantivesse o cenário de pressão no início da segunda etapa. A Chape teve duas boas chances de marcar: aos 10, com Aylon, e aos 13, com Willian Oliveira. A Ponte Preta priorizava a defesa e apostava no contra-ataque e nos lances de bola parada para surpreender. Foi assim, primeiro em chegada rápida com Camilo, aos 21, e depois em cabeçada de Orobó após cobrança de falta, aos 29 minutos da etapa final.

 

Os dois times ficaram com 10 jogadores em campo depois que Paulinho Mocelin sofreu uma grave lesão em disputa com Tiago Orobó. O jogador da Chapecoense deixou o gramado de ambulância. O lance aconteceu após falta do jogador da equipe paulista, que puxou a camisa do atacante da Chapecoense. A perna ficou presa no gramado e virou o tornozelo dele.

 
 

Como o técnico da Chapecoense, Umberto Louzer, já tinha feito as cinco mudanças, não pôde repor.

 

A partida ficou aberta nos minutos finais. Pato teve a bola do jogo a favor da Ponte, em contra-ataque, aos 46, mas, cara a cara com João Ricardo, chutou em cima do goleiro da Chape.

 

Na sequência, Roberto foi derrubado por Apodi na área, e o árbitro marcou a penalidade máxima. Perotti cobrou e converteu o pênalti, aos 50 minutos.

 

Ficha técnica

 

Chapecoense (1) 

 

João Ricardo; Matheus Ribeiro, Felipe Santana, Luiz Otávio e Alan Ruschel (Roberto); Willian Oliveira, Ronei (Perotti) e Denner (Bruno Silva); Mike (Aylon), Anselmo Ramon (Foguinho) e Paulinho Moccelin. Técnico: Umberto Louzer

 

Ponte Preta (0)

 

Ygor; Apodi, Luizão (Ruan Renato), Wellington Carvalho e Yuri; Dawhan (Neto Moura), Vinícius Zanocelo e Camilo (Guilherme Pato); Luan Dias, Matheus Peixoto (Tiago Orobó). (Moisés) e Bruno Rodrigues. Técnico: Fábio Moreno.

 

Gol: Perotti, aos 50 do 2º tempo

 

Amarelos: Alan Ruschel, Willian Oliveira e Paulinho Moccelin (C); Ruan Renato, Wellington Carvalho, Dawhan, Tiago Orobó

Vermelho: Luan Dias (P).

Local: Arena Condá, em Chapecó. Arbitragem: Rodrigo Batista Raposo, auxiliado por Evandro Bender e Lehi Sousa Silva.


FONTE: DIÁRIO CATARINENSE – NSC

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