12/06/2019 08h01 - Atualizado em 11/06/2019 16h39

Taió revisa Plano de Saneamento Básico

Questionário será aplicado à população por agentes de saúde para fazer levantamento de dados

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Assessoria de Imprensa

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A Prefeitura de Taió trabalha na revisão do Plano de Saneamento Básico no município, o documento atualizado deve ser entregue até dezembro de 2019, a revisão vai subsidiar o planejamento para melhorias nos sistemas de abastecimento de água, tratamento de esgoto, gerenciamento e manejo de resíduos sólidos e a drenagem de águas pluviais.

 

Na manhã desta terça-feira (11), um treinamento foi feito com as agentes de saúde do Município, que vão aplicar um questionário à população. O formulário é meramente informativo e compreende cerca de 20 perguntas que envolvem comportamento familiar e sistemas de fossa e filtro da residência.

 

Através das informações prestadas pela população será formado um banco de dados que servirá como base para a revisão, por isso é muito importante que a população participe e responda as perguntas de forma real. A medida visa as melhorias nos sistemas individuais, na regularização e na limpeza periódica da cidade.

 

O Plano de Saneamento Básico prevê ações para 20 anos e deve ser revisto a cada quatro anos, conforme prevê o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado com o Ministério Público em 2015.

 

Na tarde desta terça-feira, foi realizada a primeira reunião do Comitê de Coordenação da Revisão que foi nomeado por decreto municipal, a engenheira sanitarista da empresa H2SA, Ana Carla da Silva explica a importância das etapas para a atualização. “O plano de saneamento é o documento primordial para melhorar a qualidade dos serviços, ele vai nortear os principais defeitos e potencialidades do Município para que a população se beneficie do serviço”, declarou.

 

Está é a primeira revisão realizada, além do formulário ela envolverá conferências e audiências públicas. “O Plano é uma obrigação do poder público, porém a participação das pessoas como cidadania é primordial nas conferências, audiências e no questionário”, concluiu a engenheira sanitarista.

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