11/01/2017 15h40 - Atualizado em 11/01/2017 15h13

Polícia Civil espalha cartazes para tentar localizar menina de SC levada pelo pai

Delegado está em Ipojuca, no Grande Recife

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G1

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O Departamento de Proteção à Criança e o Adolescente (DPCA), da Polícia Civil de Pernambuco, realiza, nesta quarta-feira (11), uma ação para tentar localizar Sarah Brenda Martiniano Caseiro, de 4 anos, levada pelo pai sem autorização da Justiça de Santa Catarina, há um ano. O delegado Ademir Oliveira, gestor da unidade especializada, está em Ipojuca, no Grande Recife, para afixar em locais estratégicos cartazes com foto e informações sobre a criança, que teria sido vista na Praia de Porto de Galinhas, naquele município.

 

Acompanhado pela mãe da criança, a diarista Eizângela Martiniano, de 35 anos, moradora de Joinville, Oliveira pretende contar com apoio de moradores e turistas que passam as férias nos balneários de Ipojuca. “Vamos colocar os cartazes em Porto e em Maracaípe para tentar conseguir pistas que ajudem a localizar a garota”, afirmou o delegado.

 

Segundo ele, o pai da criança é procurado pela polícia em Santa Catarina e em Pernambuco. “Lá, existem uma ordem judicial para a mãe ficar com a criança. Aqui, temos um mandado de busca”, observou o policial.

 

Além de colocar os cartazes em pontos estratégicos das duas praias, o DPCA realiza diligências na área. “Temos outras informações que precisam ser checadas sobre a presença do pai da menina e de parentes dele”, comentou.

 

Entenda o caso

No sábado (7), a mãe da garota contou que ela foi levada pelo pai em janeiro de 2016, enquanto brincava numa praça perto da casa das duas, na cidade de Joinville, em Santa Catarina. Desde então, mãe e filha nunca mais se viram. Elizângela acredita que a filha foi levada por vingança, já que o casal havia se separado no fim de 2015 e a criança sumiu um mês após a separação.

 

Na entrevista, Elizângela afirmou que veio para Pernambuco depois de ficar sabendo, por meio de outra ex-mulher dele, que ele estaria em Porto de Galinhas. Ela disse que foi até a praia, com polícia, e mostrou a foto da menina. A garota chegou a ser reconhecida, mas as pessoas não souberam informar onde ela estava hospedada.

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