12/02/2019 13h25 - Atualizado em 12/02/2019 10h47

Homem acusado de abusar sexualmente da filha está no Presídio de SC

Filha de seis anos teria presenciado abuso

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OCP News

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O homem de 35 anos preso por abusar sexualmente da filha de oito anos está no Presídio Regional de Jaraguá do Sul.

 

Ele passou por audiência de custódia neste domingo (10) e teve a prisão em flagrante revertida em preventiva pela Justiça a pedido do Ministério Público de Santa Catarina. O crime ocorreu durante a madrugada de sábado (9), no bairro Barra do Rio Cerro.

 

Durante a manhã, a mãe de 37 anos chamou a Polícia Militar pelo número 190. Uma guarnição da PM foi enviada até a residência e a mãe relatou os abusos cometidos pelo marido.

 

Como o homem não estava em casa, os policiais militares foram até o trabalho dele. Lá, realizaram a prisão e o levaram para a Delegacia da Comarca de Jaraguá do Sul para o registro do boletim de ocorrência.

 

O auto de prisão em flagrante foi feito pelo delegado Daniel Dias. Segundo Dias, o suspeito negou ter cometido o abuso contra a filha, mas depois mudou a versão, dizendo que estava alcoolizado e não se lembrava de nada.

 

“Durante o depoimento, a mãe disse que a sua outra filha, de seis anos, contou que o pai fez umas coisas estranhas com a irmã durante a noite. Depois, a criança abusada relatou o ato para a mãe”, afirma o delegado.

 

Filha de seis anos teria presenciado abuso

Ainda de acordo com o depoimento da mãe, a menina foi dormir de pijama e, pela manhã, quando acordou, estava sem a roupa.

 

Para evitar um novo trauma, o delegado pediu que a criança fosse ouvida apenas em juízo, impedindo uma revitimização – quando a vítima é submetida a processos que levam a reviver a violência ou agressão sofrida.

 

 

A criança foi levada para o Hospital Jaraguá, onde passou por exame de corpo de delito. O laudo confirmou que a menina foi vítima de abuso sexual, que houve conjunção carnal. Depois, a criança ficou aos cuidados do Conselho Tutelar.

 

De acordo com a conselheira que atendeu o caso, a menina foi medicada e passa bem. Ela também recebeu assistência médica e psicológica logo após o acolhimento. A menor está sob os cuidados de um responsável legal, não revelado pela conselheira.

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