05/12/2018 17h00 - Atualizado em 05/12/2018 17h01

Ataque de abelhas mata animais no interior de Leoberto Leal

A “revolta das abelhas” trouxe bastante prejuízo

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Na localidade de Barra Grande em Leoberto Leal, a revolta de abelhas criadas por uma família, trouxe prejuízos na tarde dessa terça-feira (4). Segundo a agricultora Luzia Nascimento, a família tem colmeias com abelhas para a produção de mel que ficam localizadas cerca de 150 metros da casa. Durante a tarde os insetos atacaram os outros animais criados na propriedade como porcos, galinhas e ovelhas.

 

Luzia destacou a nossa equipe de reportagem que ela estava na roça quando foi chamada por vizinhos. Após colocar equipamento apropriado conseguiu entrar na granja das galinhas e liberar algumas. Também tentou libertar alguns porcos que estavam sendo atacados no chiqueiro.

 

A “revolta das abelhas” trouxe bastante prejuízo. Um dos porcos atingidos não resistiu as centenas de ferroadas e morreu. Assim também, pelo menos 20 galinhas morreram na hora. Ainda alguns pintinhos foram ferroados e morreram. Outros animais que também foram atingidos ainda tem risco de morte o que pode aumentar o prejuízo.

 

Segundo a moradora, alguns animais tem acesso as colmeias. Uma das probabilidades é de que talvez um deles possa ter esbarrado e agitado uma das colmeias, o que gerou a revolta dos insetos.

 

Luzia lembra que a situação poderia ser ainda pior se tivessem mais animais na propriedade e inclusive que o ataque poderia ter sido em crianças ou adultos.

 

LOCAL APROPRIADO

Segundo a FAASC – Federação das Associações de Apicultores e Meliponicultores de Santa Catarina, as colmeias devem ser localizadas próximas a fontes de água (não mais que 300 metros de distância) e junto a espécies de flores e árvores que dão fruto como as bananeiras, moringas, mangueiras, laranjeiras, eucaliptos e outras árvores.

 

Outra dica é quanto à construção das colmeias que devem estar a 30 metros de distância de locais barulhentos como estradas e indústrias. Sem esquecer que as colmeias devem ser protegidas de animais e do vento.

 

 

 

Sintonia FM – Fotos: Luzia Nascimento / Divulgação

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