11/07/2018 17h00 - Atualizado em 11/07/2018 14h14

Gustavo Scarpa, Lucas Lima e Hyoran: Palmeiras deve apostar em trio no clássico

Roger Machado pretende intensificar trabalho com essa formação

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Depois de retomar os trabalhos na Academia de Futebol, o Palmeiras foca agora em entrosar a base definida para enfrentar o Santos, no dia 19, no Pacaembu, na volta do Campeonato Brasileiro.

 

Com quatro jogadores suspensos (Jailson, Dudu, Luan e Moisés), o técnico Roger Machado aproveitou a excursão pela América Central para fortalecer o condicionamento físico da equipe, testar variações e dar sequência ao time que deve entrar em campo no clássico.

 

Depois de vencer o Deportivo Árabe Unido (2 a 0) com o time titular, testando uma variação com três homens mais recuados no meio de campo (Felipe Melo, Bruno Henrique e Moisés), Roger optou por adaptar a formação já com os desfalques previstos, contra Independiente Medellín (também 2 a 0) e Liga Alajuelense (6 a 0).

 

– Começamos a formatação em função das ausências para o clássico. Temos ainda o mesmo tempo de preparação em São Paulo, serão treinos em dois períodos para evoluir do ponto de vista físico, mas, de uma certa forma, a base do que vai para campo contra o Santos foi definida no primeiro tempo desses dois últimos jogos – explicou o técmico do Palmeiras.

 

Desta forma, a tendência é que o Verdão entre em campo para enfrentar o Santos com Weverton; Marcos Rocha, Antônio Carlos, Edu Dracena e Diogo Barbosa; Felipe Melo e Bruno Henrique; Gustavo Scarpa, Lucas Lima e Hyoran Willian.

 

 

A provável escalação do Palmeiras contra o Santos (Foto: GloboEsporte.com)A provável escalação do Palmeiras contra o Santos (Foto: GloboEsporte.com)

A provável escalação do Palmeiras contra o Santos (Foto: GloboEsporte.com)

 

Contra a Liga Alajuelense, no último domingo, a linha ofensiva com Gustavo Scarpa, Lucas Lima e Hyoran funcionou e foi elogiada pelo técnico. Além dos gols, o trio teve boa participação ofensiva.

 

– Foi uma preparação bem intensa, em que o objetivo era fazer algumas experimentações e, do ponto físico, evoluir para retomar a temporada, que tem muitos jogos decisivos no segundo semestre. Dos três jogos, (contra a Liga Alajuelense) foi o que estivemos mais soltos, por já assimilar a carga intensa de trabalho que temos tido – afirmou Roger.

 

– (Na Costa Rica) Foi um jogo que, de uma certa forma, simplificamos, porque, no começo, impusemos um ritmo forte, e os gols surgiram da qualidade, da mecânica criada aqui, com bastante flutuação dos nossos três meias no campo – completou.

 

 

Na Academia de Futebol, a ideia da comissão técnica palmeirense é manter a rotina de treinamento em dois períodos em alguns casos, para assim manter a evolução física da equipe. Com calendário apertado, o Verdão pode ficar sem semana livre para trabalhar até o fim de setembro, em caso de classificação para as quartas de final da Libertadores e para a semifinal da Copa do Brasil.

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