17/02/2017 11h11 - Atualizado em 17/02/2017 08h24

Cueva explica gesto para comemorar gol e revela sonho de jogar na Europa

"Tenho contrato até 2020, a partir daí é com o São Paulo"

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Ao comemorar o primeiro gol no clássico contra o Santos, na quarta-feira, na Vila Belmiro, Cueva levou a mão ao ouvido. Tal gesto gerou a ira de parte dos jogadores santistas e causou o cartão amarelo para o meia peruano. Porém, engana-se que pensar ter sido uma provocação para os santistas. Fã do ex-meia do Boca Juniors, Riquelme, o camisa 10 do São Paulo queria apenas fazer uma homenagem ao argentino.

 

“Eu celebro assim não só aqui, no Brasil, faço desde o tempo do México e Peru. Tenho um irmão (Jorge Luiz) que é fã de Riquelme e sempre pediu para que eu comemorasse assim. Eu gostava também do Riquelme, então passei a fazer isso. Então, eu me lembro do meu irmão e de um jogador que gosto”, explicou Cueva, que lamenta as punições impostas pela arbitragem.

 

“Sempre converso sobre isso com meu irmão por mensagem e não se pode perder a alegria no futebol. Isso me deixa impotente, de levar cartão de novo. No Brasil todo mundo fazia gol e comemorava de distintas maneiras, mas isso se perdeu. Deveriam deixar que o jogador comemore como quer, como sente, mas sem faltar ao respeito com ninguém”, completou o peruano.

 

Apesar de imitar o gesto de Riquelme, Cueva fez questão de ressaltar que os seus maiores ídolos do futebol são brasileiros. “Ronaldo e Ronaldinho. Para mim, são monstros e gênios. Eu me emocionava com eles jogando. Por isso falava das comemorações. Quem brincava mais no campo era Ronaldinho”, disse Cueva.

 

Com contrato com o São Paulo junho de 2020, o jogador deixa claro que gostaria de seguir a carreira longe do Brasil. No entanto, pretende só sair do Tricolor com um título no currículo.

 

“Tenho contrato até 2020, a partir daí é com o São Paulo. Gostaria de jogar na Europa, como qualquer jogador, mas quero ser campeão pelo São Paulo. Deus permita que isso aconteça, mas tenho de trabalhar muito para isso”, afirmou o jogador, de 25 anos.

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