09/10/2019 14h44

Antes do jogo 100 pela Seleção, Neymar justifica privilégios

"É porque ele é mais bonito? Não. É por tudo que ele faz"

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Neymar completa nesta quinta-feira, no amistoso contra Senegal – às 20h no estádio Nacional de Singapura (9h horário de Brasília) -, 100 jogos pela seleção brasileira. Na véspera da partida, o jogador do PSG foi homenageado pela CBF e recebeu das mãos do tetracampeão Bebeto, que faz as vezes de chefe de delegação da Seleção nesta viagem a Singapura, uma camisa alusiva à marca. Após a homenagem, o craque do PSG concedeu uma rápida entrevista coletiva na qual falou sobre a lembrança.

Com a presença na sala do hotel usada para coletiva de Neymar Santos, pai do jogador, que chegou nesta quarta de noite a Singapura, do coordenador da seleção brasileira, Juninho Paulista, e de Gilberto Ratto, diretor comercial e de marketing da CBF, Neymar falou por menos de 20 minutos para jornalistas brasileiros e alguns da imprensa local também.

Ele agradeceu o carinho de Bebeto, que desejou sorte e muitos anos de carreira na Seleção a Neymar, e até, de certa maneira, a proteção de Tite. Pois foi questionado sobre tratamento no escrete canarinho, parte do tema da coletiva do treinador mais cedo. O craque citou Messi e considerou normal ter alguns tipos de privilégios na seleção brasileira.

– Estou na Seleção há 10 anos. Sempre fui um dos principais nomes e um dos que carregava tudo nas costas. Nunca fugi disso. Sempre desempenhei meu papel muito bem na Seleção. Quando um atleta atinge um nível desse, é normal ter um tratamento diferente. No Barcelona, o Messi tem um tratamento diferente. É porque ele é mais bonito? Não. É por tudo que ele faz. Não digo só de mim, mas de todo mundo que mostra um futebol nesse nível. É normal no futebol, faz parte.

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