10/07/2019 11h12 - Atualizado em 10/07/2019 08h55

Mãe processa sistema de saúde por não detectarem que bebê tinha Down: “teria abortado”

Mulher pede 200 mil libras por “parto errôneo”

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Uma polonesa de 33 anos, chamada Edyta Mordel, ganhou os noticiários após processar o sistema de saúde do Reino Unido por ter tido um bebê com Síndrome de Down. Segundo o jornal britânico Daily Mail, a mulher pede uma indenização de 200 mil libras.

 

No processo, a mulher afirma que gostaria de ter feito exames que detectassem a condição ao longo da gravidez, pois desta forma teria abortado a criança, mas que só soube que o bebê teria Síndrome de Down na hora do parto. Ela afirma que pediu o exame, mas os médicos negam que ela tenha feito o pedido.

 

“Eu teria abortado se soubesse que ele teria Síndrome de Down. Eu disse para meu médico que queria fazer o exame para diagnosticar a Síndrome de Down”, disse a mulher.

 

O caso é tratado como um “parto errôneo” já que a mãe queria ter feito um aborto, mas seguiu com a gravidez por, supostamente, não ter sido informada da condição do filho.

 

Ela diz que a indenização é uma forma de compensar os gastos extras que teve com a criação do menino, hoje com 4 anos.

 

Por outro lado, os advogados que defendem o sistema de saúde afirmam que ela se recusou a fazer o exame, pois sabia que havia 50% de risco de aborto espontâneo com o procedimento.

 

O caso está sendo julgado pelo Supremo Tribunal em Londres.

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