15/05/2018 16h10 - Atualizado em 15/05/2018 13h46

Dez meses após receber um transplante de pulmões, ela se prepara para alcançar o pico mais alto da América

A primeira chilena a receber um transplante pulmonar duplo treina para escalar o pico mais alto da América

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Constanza Denham, uma chilena de 30 anos que sofria de fibrose cística desde o nascimento e passou por um transplante pulmonar duplo há 10 meses, aceitou um desafio que implica em grandes demandas físicas, mentais e emocionais.

 

Com o objetivo de aumentar a conscientização sobre a importância da doação de órgãos, Constanza concordou em treinar para o desafio BiBrave, promovido pela Prefeitura de Vitacura, que consiste em subir ao Monte Aconcágua, o pico mais alto da América.

 
 

Os heróis estão entre nós, não no Olimpo. Constance Denham nos deu o exemplo e é um testemunho de que é possível! Ela subirá ao #Aconcágua, o pico mais alto da América, depois de ter recebido um transplante pulmonar duplo. Todos apoiam este grande desafio @BiBravers!

 

Durante os próximos oito meses, a jovem, junto com um grupo de outras nove pessoas, incluindo seu irmão, seu parceiro, sua melhor amiga, treinadores profissionais e até mesmo um ex-técnico da seleção chilena, viajarão a 14 destinos no Chile, destinos esses que servirão como preparação. Todos serão guiados por Nicolás García Huidobro, um descendente direto daqueles que fizeram parte da primeira expedição chilena que chegou ao Monte Everest há mais de 20 anos.

 

“Constanza reflete todos os valores que promovemos no Ministério, cuja vida saudável, o trabalho em equipe e a família são os pilares fundamentais. Por esta razão, ela não será um exemplo apenas para aqueles que subirão ao pico, mas para todos os chilenos”, disse a ministra do esporte, Pauline Kantor.

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@BiBravers é uma aposta, um passo no escuro, muita incerteza e um milhão de medos. Para produzir mudanças profundas, é preciso coragem e a cooperação de todos, mobilizando consciências, unindo redes de amor e tentando alcançar milhares de corações. Há muito… https://ift.tt/2K5ROe2 

 

“Este é um desafio cheio de medos e incertezas, que não estará isento de dificuldades. Para mim, é um desafio pessoal, porque desde que recebi o transplante, decidi honrar todos os dias a decisão do meu doador e sua família. Por isso, quero ajudar de forma concreta todas as pessoas que estão à espera de um órgão e que buscam uma nova oportunidade para continuar vivendo – a mesma que eu tive”, disse a jovem de 30 anos, que busca fazer história e convida para que todos entendam a importância de se doar órgãos e salvar vidas.

 

E você, o que você estaria disposto a fazer para aumentar a conscientização sobre uma causa que lhe pareça justa? Deixe seus comentários.

 

Dolores Molina

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